Doria diz que vacinação contra Covid-19 em SP começa no dia 25/01
CoronaVac ainda não está aprovada pela Anvisa
Rádio Clube 07/12/2020 15:27h
Doria diz que vacinação contra Covid-19 em SP começa no dia 25/01
Foto: Reprodução
O governo de São Paulo disse nesta segunda-feira (7) que o plano de vacinação com a CoronaVac começa no dia 25 de janeiro de 2021. O primeiro grupo a receber a vacina contra o coronavírus engloba profissionais de saúde, indígenas e quilombolas de todo o estado.
Produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, a vacina ainda está na terceira fase de teste, em que a eficácia precisa ser comprovada antes de ser liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Segundo o anúncio, a primeira fase da vacinação será voltada ao grupo prioritário, que também inclui idosos com 60 anos ou mais, e dividida em cinco etapas.
De acordo com o governo, 9 milhões de pessoas serão vacinadas nessa primeira fase.
"O público-alvo da primeira fase da vacinação são as pessoas com 60 anos ou mais que correspondem a 7,5 milhões de pessoas, trabalhadores de saúde, que são os nossos grandes agentes na linha de frente salvando vidas, quilombolas, indígenas, que são 1,5 milhões de pessoas e a prioridade são os trabalhadores de saúde, num total de 9 milhões de pessoas", disse Regiane de Paula, coordenadora do controle de doenças da Secretaria Estadual da Saúde.
Durante a coletiva, o secretário estadual da Saúde, Jean Gorinchteyn, disse que o estado tem a quantidade necessária de insumos para garantir que o programa ocorra no prazo previsto.
"Nós iniciaremos a campanha vacinal agora no 25 de janeiro e temos, sim, esses insumos, agulhas e seringas para vacinar esse público. Dessa maneira, não será necessário fazer aquisições, aguardo de licitações, porque nós já disponibilizamos em nosso estoque desses materiais", afirmou o secretário.
De acordo com o governo, o estado já possui 5,2 mil postos de vacinação nos 645 municípios paulistas.
O objetivo é ampliar o total para até 10 mil pontos de vacinação, com a possível utilização de escolas, quartéis da PM, estações de trem e terminais de ônibus, farmácias e sistemas drive-trhu. O custo estimado da logística do programa é de R$ 100 milhões.
 
Logística e recursos humanos da primeira fase
  • 18 milhões de doses da vacina
  • 25 postos estratégicos de armazenamento e distribuição regional
  • 54 mil profissionais de saúde
  • 27 milhões de seringas e agulhas
  • 5,2 mil câmaras de refrigeração
  • 30 caminhões refrigerados de distribuição diária
  • 2,1 mil viagens em todo o período de vacinação
  • 25 mil policiais para escolta das vacinas e segurança dos locais de vacinação
 
Fonte: G1.
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