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Opinião 02/07/2012

O eleitor vai votar em quem tem compromisso com a cidade

Está mais do que nítido que o bom administrador público é aquele que gere com ética, honradez e seriedade

Estamos prestes a eleger o novo prefeito de São Manuel, e o eleitor sabe que o bom administrador público é aquele que gere com ética, honradez e seriedade os recursos arrecadados mensalmente, que tem a percepção de distinguir entre o necessário e o possível, entre o real e o imaginário, até porque o seu objetivo primordial é o compromisso que ele tem com a cidade, com a população, e não um compromisso eventual com quem quer que seja.

O bom administrador planeja, prioriza e determina o ritmo de sua equipe. E, principalmente, o bom administrador deixa marcas de seu trabalho, realizando obras que sejam benéficas para o povo hoje e, sobretudo, no futuro.

Numa prefeitura, por exemplo, é fácil notar quando ocorrem obras empreendedoras. E é fácil também perceber quando elas não ocorrem. Quando a saúde, educação, habitação e infraestrutura ganham atenção especial da parte do chefe do Executivo, modifica-se a realidade socioeconômica do município. Construir, ampliar, reformar, empreender, solucionar, amparar, assistir, promover, pavimentar e criar são sinônimos de trabalho árduo, incansável e produtivo, e é exatamente isso que se espera de um prefeito.

Se o futuro de uma nação se faz com investimentos em educação, saúde e comunicação em todos os níveis, o desenvolvimento de um município se constrói com políticas que contemplem estas variáveis, ampliadas com ações administrativas locais que reforcem a economia, qualifiquem o serviço público, levantem o moral da população, conectem a comunidade com a modernidade e facilitem a inserção dessa comunidade no mundo globalizado, ajustando a sua velocidade de movimento à velocidade com que as mudanças se processam a cada dia.

É necessário que o administrador público tenha uma visão integral dos contextos – mundial, nacional, estadual e local –, para tomar adequadas decisões estratégicas capazes de se combinarem, no sentido de proporcionar o desenvolvimento harmônico de uma comunidade, de forma a inseri-la com sucesso no concerto das que ostentam a prosperidade.

Como é óbvio, a administração de um modo geral é a ciência e a arte de governar, dirigir, conduzir e orientar atividades no interesse público. Entre os seus requisitos fundamentais estão a honestidade e a competência. Em se tratando da gestão da coisa pública e dos interesses coletivos é preciso, também, doses muito grandes de idealismo e de entusiasmo.

Junte-se a isto a receita para o bom administrador público, que pode ser resumida na mistura de competência, disciplina, persistência e honestidade. É importante lembrar que a diferença entre o administrador privado e o gestor do patrimônio público é que, no primeiro caso, a incompetência, o nepotismo, a negligência e a desonestidade podem levar a empresa à falência. Já no segundo caso isso não ocorre, mas o grande prejudicado acaba sendo o cidadão, que depende do bom desempenho daquele que foi eleito para governá-lo.

Não é fácil gerir a coisa pública, quando o objetivo é fazê-lo de conformidade com as normas, com as leis e com o bom senso, sem que haja preocupação com o sucesso próprio, mas sim, com a melhoria da qualidade de vida da população. O bom administrador público não pode, jamais, pensar exclusivamente em si e nos que o seguem, ou seja, nos que estão do seu lado. Deve, isto sim, atender aos anseios de toda a comunidade, pois foi eleito para administrar o município como um todo, e não apenas uma parte dele.

O gestor da coisa pública precisa sempre trabalhar para reverter as dificuldades, tendo a firme convicção de que poderá operar mudanças. Para tanto, o seu breviário permanente deve ser o conjunto dos princípios da administração pública, claramente enunciados pela Constituição do nosso País, que são: legalidade, impessoalidade, moralidade e eficiência.

E como complemento importante destes princípios, deve ele administrar o presente de olho no futuro – como alertamos no princípio deste texto –, buscando soluções que realmente satisfaçam o interesse da população. Somente desta forma poderá se considerar um vencedor. Caso contrário, por mais que bata no peito se autopromovendo, que procure conquistar o eleitorado com tapinhas nas costas e outras mesuras, em termos de realizações marcantes, sempre será um perdedor...

Fonte: Jornal O Debate

Fonte: O Debate

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